
As dificuldades que envolvem a sondagem no mar são numerosas, contudo têm vindo a ser ultrapassadas, particularmente nos últimos 30 anos.Alguns dos problemas a solucionar são: 1) o efeito das marés, 2) a ação dos ventos e das ondas, 3) as correntes marítimas, 4) a topografia do fundo marinho, 5) a profundidade do fundo marinho, 6) o efeito corrosivo das águas marinhas,
7) a profundidade do furo a sondar.
Feito o projeto de instalação
Leia Mais...de uma plataforma ( sonda marinha ), de acordo com as condições específicas do lugar a que se destina, passa-se à sua construção.
Em 1947, no Golfo do México, usaram-se as primeiras sondas marinhas com estruturas metálicas fixas apoiadas no fundo marinho. Este tipo de plataformas eram bastante caras e operavam em águas de pouca profundidade, até 50 metros.
Foram,mais tarde, substituídas por plataformas móveis com auto-elevação ( Jack-up ) sendo, ainda hoje, muito utilizadas. Estas plataformas flutuantes operam em profundidades até 100 metros. São sustentadas por enormes colunas ocas que imergem até 20 metros de profundidade, sem tocar o fundo, usando um sistema de ancoragem que lhes permite neutralizar a ação
dos ventos, das marés e das tempestades. A mesma plataforma é utilizada para um grande número de perfurações.
As plataformas mais recentes operam em águas com profundidade superior a 100 metros, sendo as mais frequentes de 200 metros, podendo ir até aos 3.000 metros. Estas plataformas flutuantes têm sistemas especiais de posicionamento dinâmico.
Usam uns hidrofones especiais colocados na bordadura da plataforma que recebem sinais acústicos provenientes de uma ou várias estações emissoras colocadas sobre o fundo do mar. Os hidrofones estão em permanente ligação com uma central de cálculo que transmite a um sistema de propulsores as ordens necessárias para manter a plataforma centrada sobre o furo, compensando os movimentos resultantes da ondulação marinha e das correntes marinhas.
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